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Três policiais militares são presos suspeitos de extorsão mediante sequestro na Grande Ilha

Três policiais militares são presos suspeitos de extorsão mediante sequestro na Grande Ilha Divulgação/Polícia Civil do Maranhão A Polícia Civil do Mara...

Três policiais militares são presos suspeitos de extorsão mediante sequestro na Grande Ilha
Três policiais militares são presos suspeitos de extorsão mediante sequestro na Grande Ilha (Foto: Reprodução)

Três policiais militares são presos suspeitos de extorsão mediante sequestro na Grande Ilha Divulgação/Polícia Civil do Maranhão A Polícia Civil do Maranhão prendeu, nessa quinta-feira (19), três policiais militares suspeitos de extorsão mediante sequestro. Além deles, um homem que não teve a identidade divulgada também foi preso. As prisões foram realizadas, na Grande São Luís, durante uma operação coordenada pela Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC). Segundo o superintendente da SEIC, Augusto Barros, os militares são suspeitos de utilizar falsos mandados de prisão e exigir dinheiro das vítimas. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Maranhão no WhatsApp De acordo com a Polícia Civil, a operação dessa quinta é um desdobramento de outra ação realizada em janeiro deste ano, que terminou com a prisão de um policial militar e de um policial civil aposentado. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Relembre o caso A Polícia Civil do Maranhão prendeu, no dia 22 de janeiro, dois agentes de segurança pública suspeitos de extorsão mediante sequestro. Entre os presos estavam um oficial da Polícia Militar em atividade e um policial civil aposentado. Segundo as investigações, o crime ocorreu em 28 de outubro de 2025, em um lava a jato localizado no bairro do Turu, em São Luís. A vítima foi abordada pelos suspeitos, que se passaram por agentes públicos e apresentaram um falso mandado de prisão. Ainda conforme a polícia, a vítima teve a liberdade restringida enquanto os suspeitos exigiam o pagamento de R$ 100 mil. O valor foi depositado por familiares da vítima em contas bancárias indicadas pelos investigados. Após a transferência, a vítima foi liberada.

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